Pesquisa de clima organizacional: dá para fazer de um jeito diferente?

Por Léia Wessling, diretora da Light Source

Organizações que desejam ampliar a escuta e a participação das pessoas no desenvolvimento dos negócios têm buscando o feeback e a construção conjunta de estratégias e melhorias no ambiente, tanto na relação com os clientes, como também em produtos e serviços.

Ferramentas de gestão vêm se atualizando. O antigo “manda quem pode, obedece quem tem juízo” é substituído por estruturas mais flexíveis e equipes autogerenciáveis. Nesse sentido, a área de Recursos Humanos também tem uma atuação mais parceira do coletivo, oportunizando o exercício pleno da criatividade e da liderança. Movimentos disruptivos de mercado têm facilitado a aceitação por parte das lideranças formais sobre a necessidade de chamar as pessoas a participarem da gestão.

Sabe-se que “ser uma excelente empresa para trabalhar” atrai talentos, amplia o engajamento e a cooperação, e, por consequência, torna o negócio mais competitivo. Por isso, realizar feedbacks de clima organizacional continua sendo uma estratégia efetiva de gestão de pessoas, mas há necessidade de inovação para simplificar o modelo.

Um estudo realizado pela consultoria Tower Watson, em 2017, com 261 empresas no Brasil, constatou que 73% realizam pesquisas de clima organizacional, sendo que 52% aplicam as análises anuais e 37% bianuais. O curioso é que 63% das empresas entrevistadas já perceberam a necessidade de conduzir pesquisas menores e mais frequentes. Apenas 25%, no entanto, realizam novas abordagens.

Revolução em gerenciamento de clima organizacional na Pedra Branca

Desde 2018, a Pedra Branca Empreendimentos Imobiliários vem revolucionando a forma de mensurar e gerir o clima organizacional. Substituiu a tradicional pesquisa por meio de questionário, análise de dados por especialistas e proposição de ações com gestores e comitês por um novo modelo: agora, em um único evento, a equipe Pedra Branca desenvolve de forma colaborativa e em tempo real todas as etapas. Veja quais são:

  • utiliza questionário on-line (via app) para manter a imparcialidade das respostas individuais;
  • toda a equipe já conhece os resultados gerais (percentuais) em tempo real e analisa os dados em conjunto;
  • feedbacks são promovidos entre lideranças e equipes;
  • ações são planejadas de forma colaborativa, visando melhorias.

Para Marcelo Gomes, Diretor Executivo da Pedra Branca, a experiência foi uma revolução:

— A Light Source nos acompanha há muitos anos e a cada momento da empresa, sua equipe consegue se adaptar aos novos desafios. A última inovação foi no processo de análise do clima organizacional. Por meio de um processo dinâmico, transparente e em tempo real, todos os colaboradores participaram da Pesquisa de Clima e, no mesmo período, já construíram o feedback e o plano de ação. Uma revolução! O processo que demoraria três meses foi realizado em quatro horas. Fantástico!

A experiência da Pedra Branca: “foi uma revolução!”

Criar um ambiente colaborativo e de inovação é fazer junto, oportunizar o reconhecimento de erros e conquistas, exercitar o ouvir-refletir-agir, tudo integrado e sem censura. Momentos como esses podem ser ampliados e melhor oportunizados com um modelo simples e flexível. A ampliação da confiança e a colaboração na equipe são visíveis e significativas.

E sua empresa: quer gerir clima de um jeito diferente?

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